terça-feira, 27 de setembro de 2011

A PARÁBOLA DA RÃ


   terça, 27 de setembro de 2011 
“Seja outro o que te louve, e não a tua boca; 
o estrangeiro, e não os teus lábios.”
Pv 27.2

Quem não gosta de receber um elogio? O elogio é um instrumento poderoso para estimular a autoconfiança. O problema é quando se vive movido por elogios, quando as atitudes só ganham importância no momento em que são reconhecidas e aplaudidas. Para alguns, é tão necessário que se autoelogiam para mostrar aos outros o quanto são bons! Vou lhe contar a história da rã. Uma rã se perguntava como podia afastar-se do clima frio do inverno. Uns gansos lhe sugeriram que emigrasse com eles, mas o problema era que a rã não sabia voar.“Deixem-me pensar – disse a rã – tenho um cérebro esplêndido.”

Logo pediu a dois gansos, que a ajudaram a apanhar um galho forte, cada um sustentando-o por uma extremidade. A rã pensava em segurar-se pela boca. Gansos e a rã começaram a travessia e em pouco tempo passaram por uma pequena aldeia, e os habitantes saíram para ver o inusitado espetáculo. Alguém perguntou: “De quem foi tão brilhante ideia?”. Assim, a rã se sentira tão orgulhosa e com tal sentido de importância, que exclamou: “Foi minha!”. Seu orgulho foi sua ruína, porque no momento que abriu a boca, se soltou do galho, caiu no vazio e morreu.

Ore


Deus, tira de mim todo sentimento que me faz querer ser visto pelos homens. Não quero ter necessidade de receber elogios, seja de outros ou de meus próprios lábios. Em nome de Jesus.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

AMAR É USAR A VARA DA DISCIPLINA


 
segunda, 26 de setembro de 2011

“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe.”
Pv 29.15

No ano passado, em comemoração aos 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o ex-presidente Lula encaminhou ao Congresso o Projeto de Lei que prevê punição para quem aplicar castigos corporais em crianças e adolescentes, inclusive preceitua o fim das chamadas “palmadas pedagógicas”. Felizmente, a lei ainda é só um projeto. Alguns educadores e psicólogos insistem em dizer que o tapa não educa. Evidentemente que não concordo com pais que maltratam seus filhos. Mas, se usadas com moderação e sabedoria, as palmadas não são atos de violência doméstica. “Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá” (Pv 23.3).

Pelo contrário, são demonstrações de amor (Pv 13.24). A Palavra de Deus é a nossa única regra de fé e prática. As Escrituras, sim, devem regular e balizar o modo de vida dentro de nossos lares. Entre a opinião de algum teórico da psicologia, jurista ou político, sobre educação de filhos, e a Bíblia, escolho o ensino bíblico. A Bíblia é o sopro divino a conduzir nossa família por águas tranquilas a um porto seguro.

Ore


Santo Deus, a tua Palavra é sabedoria. É o único livro que transpõe tempos, costumes, teorias, e que gera vida. Quero construir meu lar sobre tua Palavra! Em nome de Jesus. Amém. 
 
www.lpc.org.br/cada-dia

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

As pessoas mais felizes

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
...
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
( clarice lispector)...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

DÊ SEMPRE O SEU MELHOR

O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para a outra. Construa assim mesmo! Se você tem paz e é feliz, poderão sentir inveja. Seja feliz assim mesmo! O bem que você faz hoje, poderão esquecê-lo amanhã. Faça o bem assim mesmo! Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante. Dê o melhor de você assim mesmo! Veja você que, no final das contas é entre você e Deus. Nunca foi entre você e os outros!"

domingo, 4 de setembro de 2011

A NOSSA “INESCONDABILIDADE”

domingo, 04 de setembro de 2011


“Os olhos do Senhor estão em todo lugar, 
contemplando os maus e os bons. ” 
Pv 15.3

Permita-me propor esta palavra ao seu vocabulário. Ela não existe no dicionário. Mas certa vez a ouvi e a achei bem interessante para resumir a maravilhosa doutrina do conhecimento de Deus. Não há evento, atitude, sentimento ou pensamento que estejam escondidos diante do Senhor. Ele sabe de todas as coisas. É maravilhado por essa onisciência que o salmista pergunta: “Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face?” (Sl 139.7).

Nada permanece oculto aos olhos de Deus. Muita coisa pode, por longo tempo, ser ignorada pelo homem. Contudo, Deus conhece simultaneamente todas as ações humanas. Tudo está patente diante do grande Governador do Universo (Hb 4.13). E da certeza desse atributo do Senhor, decorrem plena confiança e profundo temor. Confiança porque Deus sabe onde nós estamos e o que precisamos: estejamos nós num grande manancial ou no vale da sombra da morte. E temor pelo fato de ninguém conseguir ser hipócrita com Deus, pois ele nos observa mesmo em nosso isolamento mais longínquo.

Ore


“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno”. Em nome de Jesus. Amém.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

FIRME FUNDAMENTO



“Como passa a tempestade, assim desaparece o perverso, mas o justo tem perpétuo fundamento.”
Pv 10.25

A tempestade é intensa, perigosa e provoca grandes desastres, mas passa e desaparece. Depois que se vai, deixa um rastro de destruição e lembranças amargas. Em janeiro deste ano as cidades serranas do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo foram devastadas por uma terrível tempestade. Foi rápida, mas deixou marcas indeléveis. Mais de mil pessoas foram soterradas pela lama e suas casas arrastadas por enxurradas.

É assim a vida do perverso, ele passa como a tempestade e deixa marcas devastadoras. Se o perverso é levado pela avalanche, o justo tem fundamento perpétuo. Como a árvore plantada junto às águas, ele está firmado na rocha dos séculos, que nunca se abala. Ele é como um edifício, cujo fundamento perpétuo é Cristo. Sua vida é inabalável. Sua estabilidade é constante. Mesmo que a tempestade venha, o justo não é desarraigado, porque sua confiança não está na força do seu braço, nem na sua riqueza ou sabedoria, mas no Deus Todo-poderoso, criador e sustentador do universo.

Ore


Deus, tu és o sólido fundamento da minha vida. Não há outro local onde eu possa me amparar, senão em tua Palavra. Inclina-me a confiar em ti, mesmo nas dificuldades. Em nome de Jesus.


site: www.lpc.org.br/cadadia

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A BÊNÇÃO DE DEUS ENRIQUECE

segunda, 22 de agosto de 2011



“A bênção de Deus enriquece, e, com ela, 
não traz desgosto.”
Pv 10.22

A teologia da prosperidade está em alta. Muitos pregadores rendem-se a essa visão, movidos pela ganância e prometem aos fiéis mundos e fundos em nome de Deus. Ensinam que a evidência da bênção divina é a prosperidade material, interpretação em desacordo com a Palavra de Deus. Há ricos pobres e pobres ricos. Os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.

Não postulamos a teologia da prosperidade nem a teologia da miséria. A pobreza não é virtude nem a riqueza pecado. A Bíblia é categórica em afirmar que a bênção de Deus enriquece e não traz desgosto. Deus é a fonte de todo bem. É Deus quem fortalece as nossas mãos para adquirirmos riqueza. Riquezas e glórias vêm das mãos de Deus. A riqueza que Deus dá não é fruto da desonestidade; não é produto do roubo nem da corrupção. É fruto da bênção que vem do céu e do trabalho. Essa é uma riqueza que não traz desgosto nem tira o sono. Sua fonte é limpa, sua natureza é santa, seu propósito é sublime.

Ore


Eterno Deus, de ti vem toda a provisão. Quero sempre agradecer-te pelas tuas dadivosas mãos. Protege-me da avareza e derrama bênçãos incontáveis sobre mim. Em nome de Jesus. Amém.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

NÃO ODEIE, AME

Sexta, 12 de agosto de 2011

“O ódio excita contendas, 
mas o amor cobre todas as transgressões.” 
Pv 10.12

Tanto o ódio como o amor são sentimentos que brotam do coração. São opostos e produzem resultados diferentes. Se o ódio excita contendas, o amor cobre as transgressões. Se o ódio afasta as pessoas, o amor as aproxima. O ódio é irracional e avassalador. Antes de destruir os outros, arruína quem o nutre. O ódio é uma espécie de autofagia. É como beber um copo de veneno pensando que o outro é quem vai morrer. O amor, porém, tem origem diferente e produz frutos diferentes.

O amor procede de Deus e seu resultado não é maldizer o próximo nem jogar uma pessoa contra a outra, mas abençoá-las, protegê-las e reconciliá-las. O amor é paciente com os erros dos outros e benigno com as pessoas, mesmo em suas fraquezas. Quem ama protege a pessoa amada. Quem ama cobre as transgressões do outro e proclama suas virtudes. Quem ama tira os holofotes de si para enaltecer o próximo. O ódio traz o DNA da morte, mas o amor é fonte da vida. Não odeie, ame. Não seja um instrumento de contendas, mas um agente da reconciliação.

Ore


Deus de infinita misericórdia, arranca do meu coração toda raiz de amargura que contamina minha vida com ódio. Sei que devo amar até os meus inimigos. Ajuda-me! Em nome de Jesus.
http://www.lpc.org.br/cada-dia

quarta-feira, 20 de julho de 2011

MATANDO UM LEÃO POR DIA Pierre Schurmann

MATANDO UM LEÃO POR DIA
Pierre Schurmann
 
Em vez de matar um leão por dia, aprenda a amar o seu.
 
Outro dia, tive o privilégio de fazer algo que adoro: fui almoçar com um amigo, hoje chegando perto de seus 70 anos. Gosto disso. São raras as chances que temos de escutar suas histórias e absorver um pouco de sabedoria das pessoas que já passaram por grandes experiências nesta vida.
 
Depois de um almoço longo, no qual falamos bem pouco de negócios mas muito sobre a vida, ele me perguntou sobre meus negócios. Contei um pouco do que estava fazendo e, meio sem querer, disse a ele:
 
-" Pois é. Empresário, hoje, tem de matar um leão por dia".
 
Sua resposta, rápida e afiada, foi:
-" Não mate seu leão. Você deveria mesmo era cuidar dele ".
 
Fiquei surpreso com a resposta e ele provavelmente deve ter notado minha surpresa, pois me disse:
- " Deixe-me lhe contar uma história que quero compartilhar com você".
 
Segue, mais ou menos, o que consegui lembrar da conversa:
 
" Existe um ditado popular antigo que diz que temos de "matar um leão por dia". E por muitos anos, eu acreditei nisso, e acordava todos os dias querendo encontrar o tal leão.
 
A vida foi passando e muitas vezes me vi repetindo essa frase.
 
Quando cheguei aos 50 anos, meus negócios já tinham crescido e precisava trabalhar um pouco menos, mas sempre me lembrava do tal leão Afinal, quem não se preocupa quando tem de matar um deles por dia?
 
Pois bem. Cheguei aos meus 60 e decidi que era hora de meus filhos começarem a tocar a firma. Mas qual não foi minha surpresa ao ver que nenhum dos três estava preparado! A cada desafio que enfrentavam, parecia que iam desmoronar emocionalmente. Para minha tristeza, tive de voltar à frente dos negócios, até conseguir contratar alguém, que hoje é nosso diretor-geral.
 
Este "fracasso" me fez pensar muito. O que fiz de errado no meu plano de sucessão? Hoje, do alto dos meus quase 70 anos, eu tenho uma suspeita: a culpa foi do leão”.
 
Novamente, eu fiz cara de surpreso. O que o leão tinha a ver com a história? Ele, olhando para o horizonte, como que tentando buscar um passado distante, me disse:
 
- " É. Pode ser que a culpa não seja cem por cento do leão, mas fica mais fácil justificar dessa forma. Porque, desde quando meus filhos eram pequenos, dei tudo para eles. Uma educação excelente, oportunidade de morar no exterior, estágio em empresas de amigos. Mas, ao dar tudo a eles, esqueci de dar um leão para cada, que era o mais importante. Meu jovem, aprendi que somos o resultado de nossos desafios. Com grandes desafios, nos tornamos grandes. Com pequenos desafios, nos tornamos pequenos. Aprendi que, quanto mais bravo o leão, mais gratos temos de ser. Por isso, aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar dele. Que a metáfora é importante, mas errônea: não devemos matar um leão por dia, mas sim cuidar do nosso. Porque o dia em que o leão, em nossas vidas morre, começamos a morrer junto com ele.”
 
Depois daquele dia, decidi aprender a amar o meu leão. E o que eram desafios se tornaram oportunidades para crescer, ser mais forte, e "me virar" nesta selva em que vivemos.
 

A capacidade de luta que há em você,
precisa de adversidades para revelar-se.
(Pierre Schurmann)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

PARA VENCER A ANSIEDADE

Extraido do site :http://www.lpc.org.br/cada-dia
quarta, 13 de julho de 2011



“[...] não andeis ansiosos pela vossa vida, 
quanto ao que haveis de comer ou beber...”
Mt 6.25

Jesus ordena aos seus discípulos: “Não andeis ansiosos”. A palavra ansioso vem de um termo grego que significa distrair. Jesus apresenta razões pelas quais devemos vencê-la. Primeira, a vida não consiste apenas em comer, beber e vestir-se (vs.25). A personalidade humana merece mais considerações do que a simples satisfação dos desejos físicos (Mt 12.12). Segunda, se Deus cuida dos animais inferiores, certamente cuidará dos seus filhos, que são preciosos aos olhos do Pai.

Terceiro, a ansiedade não altera as condições da vida e nem aumenta a sua duração (vs.27). O côvado era usado como medida linear, mas também como medida de tempo. Neste caso, envolve tempo.  Quarta, a ansiedade pelas coisas físicas é característica dos infiéis. Os discípulos do reino devem ter atitude diferente (vs.32). Quinta, a busca do Reino de Deus e de sua justiça garante o recebimento das coisas menos importantes, do que precisamos para as nossas necessidades físicas (vs.33). Busque ao Senhor de forma prioritária e todas as suas necessidades serão supridas.

Ore


Deus soberano, sei que cuidas de mim em todo o tempo! Louvado sejas pelo teu cuidado paternal. Vou mudar minhas prioridades e colocar-te em primeiro lugar. Em nome de Jesus. Amém.